Do ponto de vista histórico, o termo “povo” (do latim “populu”, do etrusco “pupluna”) teve acepções bem diferentes. Para os gregos e romanos, o povo, que tinha a capacidade de decidir sobre os assuntos do estado, era composto apenas pelos cidadãos com disponibilidade para isso.
Na Bíblia, o “povo de Deus” referia-se aos Judeus e, a partir do Concílio Ecuménico Vaticano II passou a referir-se aos crentes da Igreja Cristã [2].
Na Idade Média, o povo era o “Terceiro Estado”, ou seja, a plebe, sem direitos de estado, e ficou com esse “estado” até aos nossos dias, considerado como a massa de cidadãos sem capacidade psicológica para participar na gestão do estado.
Mais tarde, com os Descobrimentos e a colonização, quando se “descobriram” e submeteram outros povos, inventaram-se os “povos naturais”, “povos primitivos” ou “povos indígenas” que, na segunda metade do século XX passaram a ser designados por etnias.
sábado, 23 de maio de 2009
campones
A noção de camponês surge no Brasil nos anos 50 pela via política, com as Ligas Camponesas. O objetivo era dar unidade de classe a diversidade das populações agrárias não proprietárias de terras e não proletárias. O camponês então neste contexto é percebido como sujeito social desprovido da terra e não assalariado, ou seja, era uma outra categoria. Cria-se então a necessidade de saber de quem se estava falando. Com efeito, o termo camponês apontava para a construção de um sujeito histórico e um sujeito político, sendo incorporado pelo discurso acadêmico, que na sua maioria percebia as populações rurais somente na dimensão econômica, como uma atividade, e não como um mundo entrecortado de relações sociais e com estreita relação com o urbano. Convém ressaltar que o camponês genérico não existe, varia segundo as suas particularidades, diferenças regionais, relações de produção, de poder, entre outras.
segunda-feira, 11 de maio de 2009
drogas
Droga é toda e qualquer substância, natural ou sintética que introduzida no organismo modifica suas funções. As drogas naturais são obtidas através de determinadas plantas, de animais e de alguns minerais. Exemplo a cafeína (do café), a nicotina (presente no tabaco), o ópio (na papoula) e o THC tetrahidrocanabiol (da cannabis). As drogas sintéticas são fabricadas em laboratório, exigindo para isso técnicas especiais. O termo droga, presta-se a várias interpretações, mas ao senso comum é uma substância proibida, de uso ilegal e nocivo ao indivíduo, modificando-lhe as funções, as sensações, o humor e o comportamento. Do ponto de vista jurídico, segundo prescreve o parágrafo único do art. 1.º da Lei n.º 11.343, de 23 de agosto de 2006 (Lei de Drogas): "Para fins desta Lei, consideram-se como drogas as substâncias ou produtos capazes de causar dependência, assim especificados em lei ou relacionados em listas atualizadas periodicamente pelo Poder Executivo da União". Isto significa dizer que as normas penais que tratam do usuário, do dependente e do traficante são consideradas normas penais em branco. Atualmente, no Brasil, são consideradas drogas todos os produtos e substâncias listados na Portaria n.º SVS/MS 344/98.
As drogas estão classificadas em três categorias: as estimulantes, os depressores e os perturbadores das atividades mentais. O termo droga envolve os analgésicos, estimulantes, alucinógenos, tranquilizantes e barbitúricos, além do álcool e substâncias voláteis. As psicotrópicas, são as drogas que tem tropismo e afetam o Sistema Nervoso Central, modificando as atividades psíquicas e o comportamento. Essas drogas podem ser absorvidas de várias formas: por injecção, por inalação, via oral ou injeção intravenosa
As drogas estão classificadas em três categorias: as estimulantes, os depressores e os perturbadores das atividades mentais. O termo droga envolve os analgésicos, estimulantes, alucinógenos, tranquilizantes e barbitúricos, além do álcool e substâncias voláteis. As psicotrópicas, são as drogas que tem tropismo e afetam o Sistema Nervoso Central, modificando as atividades psíquicas e o comportamento. Essas drogas podem ser absorvidas de várias formas: por injecção, por inalação, via oral ou injeção intravenosa
terça-feira, 14 de abril de 2009
Pascoa.

feliz pascoa a toda a gente!
que esta pascoa seja cheia de surpresas!
que ninguem sofra por amor!
e sendo assim aqui vai um balente poema de amor:
SE TEU AMOR,UM DIA ,SE FOR,MEUS OLHOS DERRAMARAM LAGRIMAS,QUE ENCHERÁ OS RIOS,MARESCOM O SOFRIMENTO DA MINHA ALMA.E O MEU CORAÇAO FICARA EM MIL PEDAÇOS,LUTANDO CONTRA UM DESTINO INCERTO E CRUEL.SE TEU AMOR SE FOR,OS MEUS SONHOS TORNAR-SE-ÃO PESADELOSA MINHA VIDA IRA TERMINARE A SOLIDÃO CAIRA SOBRE MIM,COMO UMA DOR LACINANTE,QUE ENTRA EM CADA CENTÍMETRO DO MEU CORPO,E PERCORRE TODO O MEU SERTRAZENDO TODAS AS ANGÚSTIAS DO PASSADO.PASSAREI A FAZER PARTE DE UM TEMPO INFINITO,PERDIDO EM SI...OLHANDO A LUA,ETERNAMENTE,E SONHANDO SEMPRE CONTGO.SE TEU AMOR SE FOR,A CHAMA DA MINHA ALMA EXTINGUIR-SE-A,PARA DAR LUGARA UMA ESCURIDÃO ABSOLUTAONDE A BRUMA DA AURORA,NÃO MAIS NASCERÁ.MORREREI EM MIM,E PASSAREI A SER APENAS UM VULTO,QUE VAGUEIA SOBRE ESTE MUNDO...SE TEU AMOR SE FOR,MEUS OLHOS SE FECHAR-SE-ÃO,PARA TODO SEMPRE,NÃO MAIS VEREI O AMOR,QUE COMO UMA FLECHAR,CRAVADA EM MEU CORAÇÃO,DERRAMARA O SANGUE,DE UMA PAIXÃO QUE MIM ABANDONOU.E NO MEU HORIZONTE,HAVERÁ UM INFERNOONDE APENAS EXISTIRÁ...DOR E SOFRIMENTO.NÃO MAIS,ALMAS GÉMEAS,ALEGRIA OU ILUSÃO...APENAS UM VAZIO,DENSO E AGRESTE...SE TEU AMOR SE FOR...
Educação visual:
segunda-feira, 13 de abril de 2009
IDADE MEDIA

Monge escriba medieval.
Principalmente a partir do século V, os pensadores cristãos perceberam a necessidade de aprofundar uma fé que estava amadurecendo, com o intuito de harmonizá-la com as exigências do pensamento filosófico. Desse modo a Filosofia, que até então possuía traços marcadamente clássicos e helenísticos, passou a receber influências da cultura judaica e cristã. Alguns temas que antes não faziam parte do universo do pensamento grego, tais como: "Fé", "Salvação", "Providência e Revelação Divina" e "Criação a partir do nada" passaram a fazer parte de temáticas filosóficas.
A partir do século IX, desenvolveu-se a principal linha filosófica do período, que ficou conhecida como escolástica. Essa filosofia ganhou acentos notadamente cristãos, surgidos da necessidade de responder às exigências de fé, ensinada pela Igreja, considerada então como a guardiã dos valores espirituais e morais de toda a Cristandade e, por assim dizer, responsável pela unidade de toda a Europa, que comungava da mesma fé. A Escolástica teve uma constante de natureza neoplatônica, que combinava elementos do pensamento de Platão com valores de ordem espiritual, reinterpretados pelo Ocidente cristão. No século XIII, Tomás de Aquino incorporou elementos da filosofia de Aristóteles no pensamento escolástico.
A questão chave que vai atravessar todo o pensamento filosófico medieval é a harmonização de duas esferas; "a fé" e "a razão". O pensamento de Agostinho (século V) reconhecia a importância do conhecimento, mas defendia uma subordinação maior da razão em relação à fé, por crer que esta última venha restaurar a condição decaída da razão humana. Já a linha de Tomás de Aquino (século XIII) defende maior autonomia da razão na obtenção de respostas, apesar de não negar tal subordinação da razão à fé.
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